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De um parque com tamanha variedade floral, só pode vir bom mel. O Mel de Montesinho, também conhecido como Mel do Parque, apresenta-se como um dos melhores nacionais.

Mel do Parque

Há uma abelha que paira nos campos e matos de Montesinho, entre o concelho de Vinhais e o concelho de Bragança. É a Apis mellifera iberiensis, residente, como o nome deixa adivinhar, na Península Ibérica, sobretudo na parte norte, tida como mais montanhosa.

Dela se parte para a elaboração de um mel que causa inveja. São os seus namoros poligâmicos – com a flor de urze, de esteva, de salgueiro, de castanheiro, de freixo, de rosmaninho, de carqueja, e de outros cheiros do Montesinho -, que apuram um sabor distinto, nascido de livre vontade nas colmeias transmontanas, sem artifícios nem mobilização forçada das abelhas.

A colheita é feita no final do Verão ou no início do Outono, dependendo das vicissitudes climáticas de cada ano, em terrenos nas ribas dos principais cursos de água do parque.

Depois de recolhido todo o mel em forma bruta, é tratado pelo Agrupamento de Produtores do Mel do Parque, cuja missão se traduz, essencialmente, na garantia de cumprimento das regras que selam a qualidade do produto – uma delas, deveras importante, é a extracção através da separação por centrifugação.

É daí que sai este magma âmbar e multifloral, veemente na boca, mas sem sobrecarregar o palato – um mel suave mas ligeiramente áspero, que exalta pelo calor que exala, bem em contraste com as rigorosas temperaturas em que, frequentemente, é criado.

Bragança – o que fazer, onde comer, onde dormir

​O concelho de Bragança tem, na sua parte setentrional, a beijar a já espanhola província leonesa, demasiados pontos de interesse para que todos sejam cumpridos em viagem apressada.

No entanto, se não houver tempo, lembramos que a aldeia de Rio de Onor, a de Varge e os seus Caretos, bem como todo o Parque Natural do Montesinho - ventre de um dos mais reconhecidos méis do país (o famoso Mel do Parque) e da apetitosa Castanha Longal - são obrigatórios. Aí, não podemos deixar de recomendar a Casa da Portela, do lado português de uma terra que se estende em dois países (falamos da supracitada Rio de Onor, claro).

Caso a ideia seja fixarmo-nos num ponto mais urbano e daí partir para as deambulações no Montesinho, o Baixa Hotel afirma-se como um dos melhores na capital de distrito.

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