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A Ilha dos Padrões (ou Ilha de Padrões), uma das poucas ilhas fluviais portuguesas, tem trilhos que lhe dão a volta à cinta. É boa de se fazer a pé, portanto. Só temos de ter sorte com a maré para conseguirmos lá chegar sem que seja necessário nadar.

Uma ilha, por vezes península

Quem vem de norte, da aldeia de Padrões, tem a Oeste uma língua de terra que, quando a Barragem do Cabril o permite, se estica até uma ilha isolada entre três distritos (Coimbra, Leiria e Castelo Branco) e dois rios (o Unhais e o Zêzere).

A esse território insular chamou o povo Ilha dos Padrões – o nome foi emprestado pela aldeia que lhe dá acesso, mas calha bem porque homenageia os padrões de cores que a sua vegetação causa à medida que se adapta às estações do ano. De fora, todo o ilhéu está coberto de pinheiros, de tal forma que não lhe descortinarmos. Só vislumbramos areia na linha do seu contorno.

A Ilha de Padrões pode ser trilhada em praticamente todo o seu perímetro, havendo também percursos interiores que nos guiam até ao seu cume. Em qualquer ponto da sua orla conseguimos dar um mergulho porque em nenhum momento ela rompe com o seu suave relevo. A atestar o seu valor hedonístico estão as excursões que vai recebendo na sua vizinhança, usualmente de aficionados dos desportos náuticos mas também de curiosos.

É um daqueles sítios para ouvirmos coisa nenhuma. Uma voluntária reclusão que pede apenas o gozo do olhar. A beleza da paisagem basta – e estamos naquele trecho em que o Zêzere atinge o seu ponto de rebuçado, nos seus meandros que a UNESCO já gabou.

Vista aérea para a ilha fluvial dos Padrões

Ilha dos Padrões vista de sul, do lado oposto ao carreiro que lhe dá acesso

Pampilhosa da Serra – o que fazer, onde comer, onde dormir

Visitar Pampilhosa da Serra é vaguear pelo rio Zêzere. Nas praias fluviais, recomendamos a de Santa Luzia e a de Janeiro de Baixo, mas há mais e, sobretudo, há outras por inventar - veja-se todo o perímetro da Ilha dos Padrões como exemplo.

Já que estamos em chão de xisto, dê-se uma passagem pelas pequenas aldeias que basearam toda a sua arquitectura nessa pedra quente - a de Janeiro de Baixo e a de Fajão encontram-se reabilitadas - as Casinhas do Ceira, em Fajão, são um mimo e podemos lá dormir.

Na gastronomia, aproveite-se a estadia para comer truta cozinhada a rigor - o restaurante O Buke faz-nos o favor.

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Mapa

Coordenadas de GPS: lat=39.9388; lon=-8.12653